
A Malásia e o México suspenderam importações de produtos avícolas provenientes de todo o Brasil após o foco de Newcastle em uma granja comercial de perus em Nova Itaberaba, Santa Catarina. O alcance das medidas consta de balanço do Ministério da Agricultura publicado em 21 de outubro, às 14h40.
A atualização acrescenta a Malásia à lista nacional acompanhada nesta reportagem. Arábia Saudita, China e Chile mantêm restrições a produtos originários de Santa Catarina, segundo a mesma nota.
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Os embargos não atingem necessariamente os mesmos produtos. A lista distingue restrições nacionais de medidas limitadas a Santa Catarina; não é uma suspensão geral de toda exportação brasileira de alimentos.
O que cada mercado suspendeu
A Malásia restringiu carnes, produtos cárneos e miúdos de aves. O México inclui carne e miúdos, aves vivas, ovos férteis, pintinhos de até três dias e determinados grupos de aves destinadas ao comércio ou à companhia.
Entre os mercados com restrição a Santa Catarina, Arábia Saudita e China atingem carnes e produtos cárneos de aves. A lista chilena inclui carne fresca, produtos que a contenham, diferentes tipos de ovos, pintinhos e aves ornamentais.
Emergência e controle do foco
O foco foi confirmado em 18 de outubro. O estabelecimento foi interditado e a movimentação de aves suspensa, conforme o comunicado inicial do ministério.
A emergência zoossanitária de 60 dias abrange Nova Itaberaba, Águas Frias, Coronel Freitas e Nova Erechim. A área da emergência brasileira e o alcance dos embargos comerciais são definições distintas.
O ministério diz negociar com os países importadores a retomada do comércio. A nota de 21 de outubro não anuncia o fim das suspensões nem uma data confirmada para reabrir esses mercados.
Sobre alimentos, o Mapa afirma que os produtos avícolas submetidos à inspeção oficial permanecem seguros para consumo. O foco e as restrições continuam sob acompanhamento do serviço veterinário e das autoridades comerciais.
Atualização de 22/10: incorporado o balanço do Mapa de 21/10, com Malásia, Arábia Saudita e a discriminação dos produtos atingidos. Preservados a publicação original de 19/10, o ID e a URL. A data da nota foi explicitada para não apresentar os embargos como anúncios feitos hoje.





















