
O futuro comando do Ministério da Defesa entrou nas articulações das campanhas presidenciais, segundo reportagem de Fabio Victor publicada pela Folha em 23 de outubro, às 23h. Flávio Bolsonaro cogita nomear um militar; em eventual reeleição de Lula, José Múcio defende a secretária-geral Cinara Wagner Fredo como sucessora.
São possibilidades relatadas pelo jornal a partir de conversas com aliados e integrantes do governo. A notícia não anuncia ministro escolhido, convite aceito ou nomeação oficial.
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Militar ou civil
A Folha informa que os almirantes Flávio Rocha e Bento Albuquerque aparecem entre os nomes considerados no entorno do candidato do PL. O jornal também relata pressão de aliados por um civil, com Marcos Degaut e Carlos Portinho entre os citados.
No campo de Lula, a possível indicação de Cinara é defendida por Múcio com argumentos de capacidade técnica e continuidade administrativa, conforme a apuração da Folha. A preferência relatada pelo atual ministro não estabelece uma decisão do presidente.
A definição depende do resultado da eleição e das escolhas do vencedor. As hipóteses não devem ser lidas como composição já fechada do próximo governo.
Bancos públicos também aparecem no desenho cogitado
Em outra reportagem de sexta-feira, a Folha relata que Flávio considera vincular Caixa e Banco do Brasil a uma pasta da área social, cujo comando é associado nas conversas de campanha a Daniella Marques. O desenho ainda não está concluído: trata-se de proposta relatada pelo veículo, sem mudança institucional em vigor.

















